sábado, 20 de novembro de 2010

Alma Gêmea .:. Razão x Emoção .:. Vidas que se Encontram



Muitos já devem ter ouvido falar na palavra Alma Gêmea. Talvez o que poucos saibam realmente seja seu real significado.

Dizem que: antigamente, Deus criou em um único ser, o masculino e o feminimo. E que suas almas juntas se completavam perfeitamente, formando uma só pessoa, em perfeita harmonia.

Mas, por desígnios divinos, as duas almas gêmeas foram separadas, e cada uma passou a existir dentro de um corpo, dando origem ao homem e a mulher.

Desde então, movidas pela AMOR, as almas gêmeas buscam se reencontrar, para que possam tornar-se um só, novamente, por toda a eternidade!


Durante nossas vidas, muitos fatos acontecem e muitas pessoas passam por ela, cruzando nosso caminho. E muitas vezes nos perguntamos se existe alguma lógica por trás de tudo isso. E quando se fala em lógica pendemos para o lado da razão, que por muitas vezes nos consola, porém às vezes nos engana, nos trai.

A razão está condicionada a fatos e argumentos, e embora possa parecer o melhor caminho, por tratar-se de algo concreto, pode nos levar facilmente para conclusões e decisões divergentes daquilo que a nossa essência tanto busca.

Já quando nos entregamos à emoção, abrimos nosso peito para o mundo, nos expomos, mergulhamos, damos o salto no vazio. E isso pode parecer perigoso, arriscado, passível de desfechos trágicos ou decepcionantes.

Então surge a grande dúvida: Razão ou Emoção? Qual lado devemos seguir...

A Razão está mais ligada aquilo que você vê, que você toca, que você confirma a existência através dos cinco sentidos. Coisas concretas e racionais que lhe permitem formular idéias, conceitos, tirar conclusões, lições e até suposições. Porém, nem tudo nesta vida faz sentido. E agindo assim, corre-se o risco de um dia ver o seu mundo desmoronar em meio a fatos e acontecimentos que contradizem a sua razão.

A emoção é explosão. É instinto. É estado natural. Não se finge, não se programa, não se controla. Apenas é sentida e expressada. Pode-se até tentar inibir um sentimento, dissimulá-lo. Porém, cedo ou tarde ele virá à tona, e explodirá, ainda mais forte. Agindo pela emoção você estará sempre fiel a sua essência, ao que você é, por natureza, e estará sendo verdadeiro e sincero em tudo aquilo que fizer, sentir e viver. Porém, um belo dia você será surpreendido por um turbilhão de emoções tão forte, que correrá o risco de desnortear-se violentamente, e perder todas suas referências.

E continua a dúvida: o que fazer, então?

Na vida, nada é absoluto! Absolutamente nada! Tudo é relativo.

Por isso, deve-se buscar sempre o ponto de equilíbrio. Uma mistura de ímpeto e confiança, com cautela e solidez. Uma mistura de espontaneidade e risco, com planejamento e controle.

Finalmente, uma mistura de Emoção Racional com Razão Emocionada.

Por isso, viva cada instante, de forma intensa, como se fosse o último, mas sem perder de vista o dia de amanhã. Acredite na vida, acredite nas pessoas! Mas esteja preparado para decepcionar-se. Esteja preparado para cair, e levantar-se.

A Vida é um eterno aprendizado. E não existe apenas essa chance. Haverão outras vidas! Porém, nunca se esqueça, de que foi Esta que Deus lhe deu, e você deve fazer dela algo que O agrade. No final das contas, pouquíssimas coisas importam. E o que realmente fica de tudo isso, é o verdadeiro AMOR!

E por falar em AMOR...

Não tenha medo de entregar-se a este sentimento. Viva-o, sinta-o, expresse-o! Pois "o AMOR tem razões que a própria razão desconhece".

Sua Alma Gêmea está ai, à sua procura. Talvez nem você nem ela saibam.

Mas no dia em que suas Vidas se encontrarem o sol brilhará de um modo diferente. Você estará diante de um momento mágico, de um AMOR ALÉM DA VIDA, traçado, lanceado, laçado e predestinado!

Turbilhões de emoções, sentimentos e lembranças virão à tona, de um tempo passado, distante, mas que a sua razão lhe dirá que você já viveu, e que agora, ao reencontrar sua Alma Gêmea, terá mais uma vez a oportunidade de reviver.

E minha linda, graças a Deus, eu te encontrei!

Uma só vida é muito pouco para ofertar a ti todo o meu AMOR. Mas peço a Deus, de coração, que seja o suficiente para te fazer acreditar que esse AMOR será capaz de reencontrar-te para sempre, e sempre, por toda a eternidade!!!

Camilo Camurça

sábado, 28 de março de 2009

Depois de um tempo.... você aprende



Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança.

Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.

Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam…

E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la

E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…

Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas;
pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.

Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens… Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém… Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

E aprende que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!

Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.

William Shakespeare

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Barco à deriva no sopro da Crise


Crise. O assunto do momento. A palavra mágica, muitas vezes maldita. Muito se comenta sobre crises e mais crises, mas poucos conseguem solucioná-las, e menos ainda são capazes de entendê-las.

Crise de relacionamento. Crise comportamental. Crise de saúde. Crise existencial. Crise de identidade. Crise religiosa. Crise espiritual. Crise sexual. Crise policial. Crise profissional. Crise política. Crise diplomática. Crise social. Crise financeira. Crise econômica. Crise Mundial.

A palavra CRISE tem origem no latim, e equivale a VENTO. Talvez hoje em dia o significado FURACÃO seja mais plausível. Mas a verdade é que o significado por trás dessa palavra indica um estado de alternância, mudança, transformação, impulsionado por uma perturbação, que uma vez transcorrida, faz com que o novo estado diferencie-se do anterior.

Uma Crise é como um sopro de vento num barco à deriva. Um sopro que tem duração, forma e intensidade misteriosamente definidos. Não se sabe ao certo por quanto tempo irá durar, nem seu comportamento, muito menos sua força. Por mais previsões que se façam, ou que se tente fazer, é bastante difícil mensurar a real dimensão de uma crise, seja ela qual for.

Dessa forma, durante uma Crise, o barco pode ser levado para águas torrenciais, redemoinhos e desfiladeiros rochosos, e acabar perdido ou naufragando na imensidão do oceano. Mas, o vento pode acabar levando a lugares surpreendentes e maravilhosos, como ilhas paradisíacas de águas calmas e cristalinas. O segredo está na vela que conduz o barco, na forma com que ela se adapta aos desafios impostos pelo misterioso vento.

Uma crise sempre possui um fator ativador, algo que desencadea o processo. E o seu desenrolar, ou seja, a sua evolução, pode ser positivo ou negativo. Este resultado depende totalmente da capacidade de reação e adaptação do ser humano. Toda crise é, nada mais, nada menos que um teste, um desafio, um momento de oportunidade rara para as pessoas redescobrirem suas capacidades.

Finalizo esse post com um trecho do livro do genial Albert Einstein, que escreveu sobre a crise econômica no contexto da grande depressão de 1929.


“Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.

Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito.

É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”

Albert Einstein.


quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Fim de Ano. Ano Novo.


Fim de Ano. Ano Novo. Olha eu aqui falando sobre o Tempo de novo.

Estamos mais uma vez passando por um momento marcante. Um marco. É num momento como esse que, querendo ou não, bate aquela reflexão. Ou pelo menos deveria. Mais um Ano se vai. Quer você queira ou não.

Dizem que só temos uma certeza na vida: a Morte. Eu diria então que temos duas: a Morte e o Tempo. A passagem do Tempo. Já dizia o poeta: "O Tempo não pára." E são em momentos como esse agora, que nos assustamos, às vezes, ao constatar que isso é a mais pura verdade.

Quem ai arrisca negar que o Tempo parece estar passando mais rápido?

Quando você se vê tentando lembrar se determinado fato ocorreu há 1 ano, se assusta quando, na verdade, descobre que ele ocorreu há 2 ou 3. Ou seja, nossa percepção de Tempo parece ter mudado. O Tempo, de fato, parece estar acelerado.

As horas do dia parecem voar. Os dias da semana logo se passam. O mês acaba rapidinho. E o Ano?? Também. Esse está cada vez mais curto. Será que o Tempo mudou? Ou fomos nós?

A verdade é que estamos vivendo, relativamente, cada vez menos. Quanto mais Tempo livre se têm, menos se aproveita ele. E quanto menos Tempo livre se têm, mais preso à rotina se fica. Dessa forma, não percebemos o passar do Tempo e nem o aproveitamos da melhor maneira.

Por isso, nesse instante de virada de mais um Ano, em que mais um ciclo termina e outro recomeça, procure refletir, renovar seu espírito e renovar suas esperanças, sempre lembrando de que o Tempo não pára.

Não viva esperando por um amanhã, que talvez nunca chegue. Tenha sempre esperança e busque, com responsabilidade, alcançar seus objetivos e sonhos sem jamais esquecer que a vida acontece a cada instante, a cada passo do relógio.


Aprenda com as experiências vividas em mais este Ano, elas tendo sido boas ou não. Apenas aprenda. Não as esqueça, não as deixe passar em branco. Procure repetir o que aconteceu de bom, sempre buscando melhorar. E procure consertar o que aconteceu de ruim, buscando reparar enquanto é tempo. Torço para que o Ano de 2009 nos reserve coisas boas, e que tenhamos força para encarar os desafios. Que Deus abençoe a Humanidade. Abraços à todos e um Feliz 2009!

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Livre-Arbítrio X Predestinação


Qual mistério existe por detrás destas duas palavras: Livre-Arbítrio e Predestinação? A linha que separa esses dois mundos tão distintos, e ao mesmo tempo tão interligados, é mais fina e tênue do que qualquer um poderia imaginar.

O conceito do Livre-Arbítrio nos diz que as pessoas são livres para tomarem suas próprias decisões, e construírem o futuro de acordo com a sua vontade, através de suas atitudes.

Já a Predestinação nos traz o conceito de destino, que afirma que não importa o quanto as pessoas tentem evitar, o que o futuro reserva já está escrito no livro da vida e nada nem ninguém será capaz de mudá-lo.

São dois conceitos tão profundos, intensos e extremos que fica difícil tentar entendê-los e aceitá-los completamente.

Segundo o Livre-Arbítrio, a existência humana e tudo que dela decorre está condicionada única e exclusivamente à vontade das pessoas. Para que algo possível aconteça, basta que alguém decida fazê-lo, ou para que algo seja evitado, basta que alguém assim o queira. É a simples relação de causa e efeito. Segundo essa linha de raciocínio, somos frutos de nossas ações, resultados fiéis de nossas decisões, e estamos no controle de nossas vidas.

A Predestinação supõe de imediato a idéia de que algo ou alguém supervisiona nossas vidas. Ela nos tira do controle. Nos torna espectadores, e ao mesmo tempo nos faz questionar o porquê de certas coisas. Mas, em alguns momentos, a Predestinação é a única fuga que temos para aceitar determinados acontecimentos da vida.

Em meio a tudo isso, o que seria a "Sorte"? E o que seria o "Acaso"? E a "Coincidência"?

A cada segundo nosso cérebro toma decisões. Desde as mais simples, que talvez você nem perceba, até as mais complexas que poderão e possivelmente irão ter enorme impacto no que virá. Talvez o grande segredo de tudo, a chave para este grande mistério, seja o que está por trás de nossas decisões.

O que governa nossas decisões? O que, de fato, nos faz decidir por algo, ou não? Por um caminho, ou outro? Por uma pessoa, ou outra? Seria nossa simples "vontade", um simples "palpite caótico"? Ou uma decisão "iluminada", predestinada?

Talvez nunca tenhamos essa resposta. A única certeza que temos, é que a cada decisão tomada, abrimos mão de alguma coisa. Sempre sempre sempre. Isso é inevitável. Não existe escolha onde não exista a dúvida, a alternativa. Se não houver opções, é porque a escolha já não mais depende de você, ela já foi feita, por algo ou alguém superior à sua capacidade de entendimento.


Acredito que, no fim das contas, o que exista é um Livre-Arbítrio Predestinado, onde somos "livres" até um certo ponto, para decidirmos como, onde, e o que queremos, mas que essas decisões são supervisionadas por alguma força superior misteriosa, e que cabe a nós ter a sensibilidade ou não para perceber qual é a escolha "iluminada".

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Esperar


Esperar. Essa palavra tem força e intensidade. Ela é capaz de provocar os mais variados sentimentos e sensações numa pessoa. O simples fato de esperar por algo pode não ser nada simples, e se tornar uma angustiante batalha contra o tempo.

O Tempo, poderoso e implacável. Senhor de si e dono de todos os instantes. Passado, Presente e Futuro. O ato de esperar está incondicionalmente ligado ao tempo.

Seja qual for o motivo da sua espera, e seja lá o que for que você aguarda, o tempo será seu companheiro, inseparável. É ele quem dita o ritmo da sua espera, e guarda a chave para o segredo que desvenda o exato instante em que a espera irá cessar.

Lado a lado nessa jornada, caminham a Ansiedade e a Paciência, numa disputa que pode levar à frustração. A Ansiedade é o que lhe move pra frente, que lhe motiva, que lhe empurra, que lhe faz querer mais e mais aquilo que tanto você aguarda, mas que pode lhe causar angústia. A Paciência é aquilo que lhe faz pisar no freio, lhe dá serenidade e cautela para suportar a incerteza da espera, mas que pode lhe causar desânimo.

Dizem que: "Melhor do que o Sabor da Conquista, é o Prazer da Espera."


Talvez seja verdade, não sei. Talvez o longo prazer sentido durante a espera, seja bem melhor do que a sensação instantânea da conquista por aquilo que tanto se esperava. Pra aceitar isso, talvez basta enxergar a Espera como uma paixão sofrida, que pode até machucar, mas nos dá prazer e nos faz sentir vivos.

domingo, 9 de novembro de 2008

As 24 horas de um Domingo



Domingo. O que se esconde por trás desse dia? Algo especial - ou estranho - faz com que essas 24 horas sejam completamente diferente das demais.


Para alguns, esse dia pode ser sinônimo de lazer. Praia, Futebol, Cinema, um Almoço fora, etc. Para outros, sinônimo de descanso. Dormir até tarde, um bom sono à tarde. E finalmente, tem os que consideram o Domingo um dia especial de oração. Missa, Igreja,etc.

Não importa o que você faz do seu Domingo. A verdade é que ele é um dia diferente.

No Domingo, o Sol parece diferente. Você fica diferente. As pessoas ficam diferente. O Tempo passa completamente diferente. Às vezes ele acelera, outra hora parece se arrastar.

Essas 24 horas parecem mexer com as pessoas. Ao longo do dia, não importa o quanto tentemos fugir, bate um sentimento de melancolia, de reflexão, de medo, de angústia. Um sentimento estranho, como se fosse a nossa consciência tentando fugir de algo que virá.

Este dia nos faz olhar para dentro de nós mesmos. E isso às vezes assusta. Por isso, muitos preferem fechar os olhos para não ver. Tentam fazer algo para esquecer, se distrair, fugir, evitar, escapar. Mas é impossível. Em algum momento deste dia, em alguma de suas 24 horas, você se verá pensativo à respeito de alguma coisa que lhe causa angústia. Isso é fato.

Para alguns, o Domingo pode significar recomeço. Um alento de esperança, à espera da chegada de dias melhores. Ainda assim ele se torna um dia diferente, que causa ansiedade, angústia.

Para outros, o Domingo pode significar frustração. Uma confirmação implacável da passagem do tempo, marcada pelo recomeço da semana e de tudo que ela nos reserva, um ciclo sem fim que parece levar a lugar nenhum.


Não sei o que você faz do seu Domingo, mas desejo boa sorte quando estiveres mergulhado em seus pensamentos. E que este dia, tão diferente e especial, traga paz à sua mente e esperança renovada ao seu coração.